Quem anda por entre os fios das chuvas sem se molhar?
Eu te convido a ouvir o silêncio da natureza!
Em meio a todos os seus movimentos, ela silencia quando a ouvimos.
Sente a temperatura das águas que correm dos céus...
elas descem do corpo do mundo para alimentar as almas dos seres.
Quem resta no meio fio da vida reverenciando a sua própria história, não só egoicamente mas também como a se vitimar pelo enguiço de uma existência, não reconhece o que está ao redor...não sabe do entorno.
Pela sucessão de vivências com o outro e pelo outro, é que reconhecemos a importancia do entorno dentro de nós.
O que se chama auto conhecimento, se inicia pelo convívio com as pessoas mais próximas.
A interação, a qualidade na troca de palavras e gestos, essa qualidade que vai sendo formada pelos tantos processos de humanização que passamos....essa constância, aparentemente interminável, é que nos faz chegar aos clarões das densas florestas do nosso eu superior.
Uma hora os dias chegam para que possamos descobrir e reconhecer a nossa poção divina.
Eu te convido, se você quiser, a ouvir o silêncio da natureza!
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
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