Quem anda por entre os fios das chuvas sem se molhar?
Eu te convido a ouvir o silêncio da natureza!
Em meio a todos os seus movimentos, ela silencia quando a ouvimos.
Sente a temperatura das águas que correm dos céus...
elas descem do corpo do mundo para alimentar as almas dos seres.
Quem resta no meio fio da vida reverenciando a sua própria história, não só egoicamente mas também como a se vitimar pelo enguiço de uma existência, não reconhece o que está ao redor...não sabe do entorno.
Pela sucessão de vivências com o outro e pelo outro, é que reconhecemos a importancia do entorno dentro de nós.
O que se chama auto conhecimento, se inicia pelo convívio com as pessoas mais próximas.
A interação, a qualidade na troca de palavras e gestos, essa qualidade que vai sendo formada pelos tantos processos de humanização que passamos....essa constância, aparentemente interminável, é que nos faz chegar aos clarões das densas florestas do nosso eu superior.
Uma hora os dias chegam para que possamos descobrir e reconhecer a nossa poção divina.
Eu te convido, se você quiser, a ouvir o silêncio da natureza!
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Idas e vindas...
Assim como tantos, sou um espírito que veio em busca de um desenvolvimento interno.
Vim pelos caminhos abertos da mente, preencher os desertos de tantas trajetórias ... tanto as minhas quanto as de alguns ancestrais...
Vim com todos os circuitos energéticos lincados a minha longevidade.
Descobri e redescobri com mãos de grandes emoções, os véus, aparentemente intermináveis da minha ignorância terrena.
No espaço dessa terra em que agora restabeleço mais uma vez as linhas puladas, tive guardado por mim, em prateleiras empoeiradas da infancia e adolescência, a seiva do que sou. Resta dentro de um pequeno pote. Num cantinho, onde levei muitas vidas para reencontrar...
Só há uma certeza. É hora de virar os olhos para si mesmo. Nada nessa vida passa por exercícios..
Encontrar-se, chega em nós como uma reflexão.
O sol nasce todos os dias e todos os dias ele é de uma outra beleza.
Na vida, os merecimentos passam por nomes que construímos ou criamos.
O significado desses nomes pulsam dentro de cada um de nós.
Fé, transformação, encantamento, não podem existir flutuantes no ar que respiramos.
O mundo e a vida não são e nunca foram o que pretendemos...
As palavras, o sublime mistério das palavras que inventamos está no avesso de todas elas.
As respostas residem no avesso da criação... gravadas em seu dorso.
Essa é a verdadeira roda infinita...a fortuna da evolução.
Vim pelos caminhos abertos da mente, preencher os desertos de tantas trajetórias ... tanto as minhas quanto as de alguns ancestrais...
Vim com todos os circuitos energéticos lincados a minha longevidade.
Descobri e redescobri com mãos de grandes emoções, os véus, aparentemente intermináveis da minha ignorância terrena.
No espaço dessa terra em que agora restabeleço mais uma vez as linhas puladas, tive guardado por mim, em prateleiras empoeiradas da infancia e adolescência, a seiva do que sou. Resta dentro de um pequeno pote. Num cantinho, onde levei muitas vidas para reencontrar...
Só há uma certeza. É hora de virar os olhos para si mesmo. Nada nessa vida passa por exercícios..
Encontrar-se, chega em nós como uma reflexão.
O sol nasce todos os dias e todos os dias ele é de uma outra beleza.
Na vida, os merecimentos passam por nomes que construímos ou criamos.
O significado desses nomes pulsam dentro de cada um de nós.
Fé, transformação, encantamento, não podem existir flutuantes no ar que respiramos.
O mundo e a vida não são e nunca foram o que pretendemos...
As palavras, o sublime mistério das palavras que inventamos está no avesso de todas elas.
As respostas residem no avesso da criação... gravadas em seu dorso.
Essa é a verdadeira roda infinita...a fortuna da evolução.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Liberdade
Volita o meu amor pela primeira vez separado do meu corpo.
Paira, feito pássaro que redescobre o seu domínio maior...a eternidade!
Lá se vai o amor na sua plenitude ...a leveza e a suavidade.
Salta do meu peito por um arroubo avassalador da compaixão.
Livrou-se dos ângulos e vértices que o oprimiam.
Abri-lhe as portas do coração.
Aos homens lotados da arenosa crueza das repetições, umas palavras:
Não são os olhos do corpo físico os reais visionários da seiva maior dos sentidos.
Não são as mãos físicas que orquestram gestos maestrinos de uma música somente.
Senhores,
rendam-se....o corpo físico é um instrumento imprescindível a condição terrena.
É exatamente por esse canal que se viabilizam as passagens.
O corpo físico é a caixa de um tesouro real.
O renascimento em todo o seu laborioso processo faz parte de todo esse movimento.
Desmonta, desfaz, entrega, renasce, renasce e renasce até sentir que se renasce de si mesmo...
Até sentir que nessa hora, a dor já ficou para trás...
Até ter a consciência cristalina de renascer na alegria de sucessivas descobertas.
A alegria que se renova, que se desfolha...que se sobressai e, fundamentalmente aquela que acorda todos os dias em nós...essa que chamamos Deus.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Um chamado...
Percebe...
as linhas trespassam o mar e se misturam
a linha do horizonte.
Linhas que nascem do mar e o transformam
num imenso jardim.
Os guias estão preparados para sempre colherem
os brotos que surgem das águas.
Os guias trazem nas mãos a renovação
que encontram no mar.
Salve a coerência dos homens clarividentes!
Estes que navegam no mais que profundo...
nas entrelinhas que saltam do mar.
Salve todo o amparo dos guias que sempre cultivam nos homens
o ressurgimento de horizontes!
As emoções estão para serem vividas!
Se não pudermos desfazer as linhas,
tenhamos então a visão dos brotos em suas raízes mais puras.
as linhas trespassam o mar e se misturam
a linha do horizonte.
Linhas que nascem do mar e o transformam
num imenso jardim.
Os guias estão preparados para sempre colherem
os brotos que surgem das águas.
Os guias trazem nas mãos a renovação
que encontram no mar.
Salve a coerência dos homens clarividentes!
Estes que navegam no mais que profundo...
nas entrelinhas que saltam do mar.
Salve todo o amparo dos guias que sempre cultivam nos homens
o ressurgimento de horizontes!
As emoções estão para serem vividas!
Se não pudermos desfazer as linhas,
tenhamos então a visão dos brotos em suas raízes mais puras.
domingo, 31 de outubro de 2010
Pneuma... segunda parte
Nessa hora, as esferas ficaram visíveis com suas tonalidades diversas.
Escadas partiam dos cantos e não eram feitas por degraus inatingíveis.
A carne não mais estava como casa da consciência.
O corpo era feito dos ventos.
Um só com ele...e a hora chegada da aceitação do novo estado.
Mais que compreender, ele estava na transparência de existir...Isso era o início do amor.
A visão era de uma cascata de águas brancas e profundas descendo dos céus.
Não tinha lugar para receios.
Ali, novamente os sinais das transposições.
Ele ia atravessar o caminho das águas.
Um roteiro sem volta e sem dor.
A dor ficou no físico.
Uma consciência conquistada.
Será uma parte do paraíso?
Sem se importar com respostas, as passagens das águas tomavam o momento por inteiro.
Os passos seguiam calmos e reveladores.
A revelação perdera a tradução.
As letras foram se soltando e aos poucos desnudando a propria palavra.
Eis a impermanência!
Tudo passou a vir do centro de um lago de águas da cor de um ouro redescoberto.
Depois de abertos os portais do seu corpo...
depois da passagem pelos portões do grande bosque...
ele continuou viajante
em busca da humanidade
mais fecunda.
Escadas partiam dos cantos e não eram feitas por degraus inatingíveis.
A carne não mais estava como casa da consciência.
O corpo era feito dos ventos.
Um só com ele...e a hora chegada da aceitação do novo estado.
Mais que compreender, ele estava na transparência de existir...Isso era o início do amor.
A visão era de uma cascata de águas brancas e profundas descendo dos céus.
Não tinha lugar para receios.
Ali, novamente os sinais das transposições.
Ele ia atravessar o caminho das águas.
Um roteiro sem volta e sem dor.
A dor ficou no físico.
Uma consciência conquistada.
Será uma parte do paraíso?
Sem se importar com respostas, as passagens das águas tomavam o momento por inteiro.
Os passos seguiam calmos e reveladores.
A revelação perdera a tradução.
As letras foram se soltando e aos poucos desnudando a propria palavra.
Eis a impermanência!
Tudo passou a vir do centro de um lago de águas da cor de um ouro redescoberto.
Depois de abertos os portais do seu corpo...
depois da passagem pelos portões do grande bosque...
ele continuou viajante
em busca da humanidade
mais fecunda.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
...Pneuma...
Ele chegou diante dos portões do grande bosque.
Não trazia nada em suas mãos.
No rosto, a palidez da desesperança tomava os seus olhos.
Os cabelos molhados estavam desalinhados pelos sucessivos serenos.
Só uma percepção se mantinha...a chegada do seu corpo com as milhões de palavras mal arrumadas em seu cérebro que já não passava de um velho e cansado processador sem nenhum recurso.
Procurava aonde tocar para chamar atenção a frente daquele portão tão fora de propósito a primeira vista, quando um ser feminino com passos de uma leveza inigualável
vinha ao seu encontro.
Não havia lugar para susto e nem medo.
Seu corpo era coberto com um tecido feito das folhas do vento.
Inexplicavelmente, o vento monta e remonta a natureza de Deus.
A proximidade causou-lhes uma espécie de fenda de luz no espaço.
O espaço era criado pelo corpo e pelo olhar que surgia do corpo e que, de alguma forma impossibilitava a chegada de toda e qualquer palavra...
Os olhares faiscavam como se fosse um reconhecimento necessário
naquela instância do caminho.
Vieram jogos de cores e a cor mais proeminente do fogo.
De repente, do alto da copa de uma árvore cai uma chama - o portão se abriu -
Ele foi guiado pela aura.
Seu corpo era o testamento vivo de tudo o que se vai pelo não dito.
Árvores densas, plantações viçosas, pedras de todos os tamanhos, véus de cachoeiras brancas de águas multicoloridas, rios longos e distanciados de suas fontes...
Musgos, limos, ausências, abstrações, subjetividades e o ser feminino a frente dele com passos sem tocar o chão.
Aturdido pela nova experiência ele estava sem as horas e sem o amanhã.
Era indubitável continuar o caminho.
Era o não dito como uma música que o fazia andar.
Mais tarde, o ser tornara-se menos denso.
Com a consciência ampliada e o corpo contorcionado pelas vias e artérias do mundo, ele posicionou em um canto iluminado pelas luzes das lanternas da alma que sempre ligam e desligam, as linhas escritas da sua última história.
Um pássaro semelhante a uma águia cruzou os céus em um vôo muito próximo dos dois.
A proximidade fez com que as magnólias se soltassem
e chovessem sobre eles um outro olhar.
No átimo de segundo em que ele cerra seus olhos e os abre, o ser a sua frente desmancha-se em um redemoinho de ventos.
Ao se olhar, seu corpo está coberto pelas vestes do vento.
Não trazia nada em suas mãos.
No rosto, a palidez da desesperança tomava os seus olhos.
Os cabelos molhados estavam desalinhados pelos sucessivos serenos.
Só uma percepção se mantinha...a chegada do seu corpo com as milhões de palavras mal arrumadas em seu cérebro que já não passava de um velho e cansado processador sem nenhum recurso.
Procurava aonde tocar para chamar atenção a frente daquele portão tão fora de propósito a primeira vista, quando um ser feminino com passos de uma leveza inigualável
vinha ao seu encontro.
Não havia lugar para susto e nem medo.
Seu corpo era coberto com um tecido feito das folhas do vento.
Inexplicavelmente, o vento monta e remonta a natureza de Deus.
A proximidade causou-lhes uma espécie de fenda de luz no espaço.
O espaço era criado pelo corpo e pelo olhar que surgia do corpo e que, de alguma forma impossibilitava a chegada de toda e qualquer palavra...
Os olhares faiscavam como se fosse um reconhecimento necessário
naquela instância do caminho.
Vieram jogos de cores e a cor mais proeminente do fogo.
De repente, do alto da copa de uma árvore cai uma chama - o portão se abriu -
Ele foi guiado pela aura.
Seu corpo era o testamento vivo de tudo o que se vai pelo não dito.
Árvores densas, plantações viçosas, pedras de todos os tamanhos, véus de cachoeiras brancas de águas multicoloridas, rios longos e distanciados de suas fontes...
Musgos, limos, ausências, abstrações, subjetividades e o ser feminino a frente dele com passos sem tocar o chão.
Aturdido pela nova experiência ele estava sem as horas e sem o amanhã.
Era indubitável continuar o caminho.
Era o não dito como uma música que o fazia andar.
Mais tarde, o ser tornara-se menos denso.
Com a consciência ampliada e o corpo contorcionado pelas vias e artérias do mundo, ele posicionou em um canto iluminado pelas luzes das lanternas da alma que sempre ligam e desligam, as linhas escritas da sua última história.
Um pássaro semelhante a uma águia cruzou os céus em um vôo muito próximo dos dois.
A proximidade fez com que as magnólias se soltassem
e chovessem sobre eles um outro olhar.
No átimo de segundo em que ele cerra seus olhos e os abre, o ser a sua frente desmancha-se em um redemoinho de ventos.
Ao se olhar, seu corpo está coberto pelas vestes do vento.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
se acostuma com a luz...
Deixa passar a luz...
Tua casa se abre para outros mundos.
Tua casa é preparada.
Um caleidoscópio salta dos teus olhos quando os gestos delicados permitem.
Tua casa é anunciada.
Preenchida pelas infinitas tentativas.
As buscas são as tintas da tua casa.
Deixa a luz entrar.
Aceita as frestas.
Elas são do teu corpo físico.
Veja.
Nada se perdeu da tua humanidade.
O que existe não se distancia da tua humanidade.
Aprende a estar assim.
Com as luzes entre as frestas...
Com os erros e acertos no meio das luzes.
A luz passa por você e você atravessa o outro com essa luz.
Sem querer ou não atingí-lo, arrisque...
Passe pelo outro.
O depois só está no capricho de um único ego.
Dê passagem.
A fonte de luz brota do teu ser divino...incessantemente.
Harmonize-se.
O amanhecer é a tua mais pura criação.
Tua casa se abre para outros mundos.
Tua casa é preparada.
Um caleidoscópio salta dos teus olhos quando os gestos delicados permitem.
Tua casa é anunciada.
Preenchida pelas infinitas tentativas.
As buscas são as tintas da tua casa.
Deixa a luz entrar.
Aceita as frestas.
Elas são do teu corpo físico.
Veja.
Nada se perdeu da tua humanidade.
O que existe não se distancia da tua humanidade.
Aprende a estar assim.
Com as luzes entre as frestas...
Com os erros e acertos no meio das luzes.
A luz passa por você e você atravessa o outro com essa luz.
Sem querer ou não atingí-lo, arrisque...
Passe pelo outro.
O depois só está no capricho de um único ego.
Dê passagem.
A fonte de luz brota do teu ser divino...incessantemente.
Harmonize-se.
O amanhecer é a tua mais pura criação.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Meu menino.
Estou indo aí...
Com minhas mãos de luzes.
Estou chegando bem perto e levo nas sacolas tecidas pela humanidade, as sementes dos corações de boa vontade.
Estou quase chegando.
Estou no seu ambiente.
Só me aproximo porque sei que
o que está mais evidente agora,
é a sua criança.
Cheguei em você e nesse momento toco meus lábios na cor azulada do seu espírito.
Estou em você e das minhas mãos fluem os cristais transparentes que separam dois mundos ...ou mais de dois.
Acabei de colocar você em meus braços...
Só me vem a mente, o nada que traduzo como o mais legítimo amparo.
Acaricio o seu espírito de menino e retiro de mim o líquido divino que farei derramar sobre tua face espiritual.
Estou te embalando e utilizo a tua benevolência para abrir um canal de luz dos céus.
Neste momento, eu peço...
Senhor, cuida para que essa criança se restabeleça e consiga o reaproveitamento das suas mais lindas energias.
As energias que pairam no leito das emoções puras.
Senhor,
Guarda em evidência, a coragem desse espírito menino tão antigo...
Senhor, elucide o amor que está em nós.
Canto agora pra você dormir.
E dos meus braços envolvidos nos seus braços, fluirá com mais tranquilidade, a vida...
A vida passa e passará, veias e vasos, por todo o seu peito...por todo o seu corpo espiritual.
Com minhas mãos de luzes.
Estou chegando bem perto e levo nas sacolas tecidas pela humanidade, as sementes dos corações de boa vontade.
Estou quase chegando.
Estou no seu ambiente.
Só me aproximo porque sei que
o que está mais evidente agora,
é a sua criança.
Cheguei em você e nesse momento toco meus lábios na cor azulada do seu espírito.
Estou em você e das minhas mãos fluem os cristais transparentes que separam dois mundos ...ou mais de dois.
Acabei de colocar você em meus braços...
Só me vem a mente, o nada que traduzo como o mais legítimo amparo.
Acaricio o seu espírito de menino e retiro de mim o líquido divino que farei derramar sobre tua face espiritual.
Estou te embalando e utilizo a tua benevolência para abrir um canal de luz dos céus.
Neste momento, eu peço...
Senhor, cuida para que essa criança se restabeleça e consiga o reaproveitamento das suas mais lindas energias.
As energias que pairam no leito das emoções puras.
Senhor,
Guarda em evidência, a coragem desse espírito menino tão antigo...
Senhor, elucide o amor que está em nós.
Canto agora pra você dormir.
E dos meus braços envolvidos nos seus braços, fluirá com mais tranquilidade, a vida...
A vida passa e passará, veias e vasos, por todo o seu peito...por todo o seu corpo espiritual.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
A terra se auto prepara.
Os bosques cerram seus véus ante a possibilidade do anoitecer...
Estrelas pontuam os céus, verdadeiros candeeiros de palavras.
Os terrenos cultivam os sentimentos mais recônditos.
A paciência nasce das árvores com suas copas enriquecidas da benevolência dos anjos.
Estes que sobrevoam nossos pensamentos quando estamos atentos ao mundo.
A terra se auto prepara e ai do homem que se julgar seu dono...
Ao atravessarmos o rio da vida, os pés descalços sentem a temperatura do tempo criado...pisamos em um tempo inventado...O tempo que se dissolve no vazio das águas que, mais cedo ou mais tarde, aquecem de tal modo, que se elevam as nuvens pra que venham as chuvas e o mundo se renove, recomece e volte a girar.
Estrelas pontuam os céus, verdadeiros candeeiros de palavras.
Os terrenos cultivam os sentimentos mais recônditos.
A paciência nasce das árvores com suas copas enriquecidas da benevolência dos anjos.
Estes que sobrevoam nossos pensamentos quando estamos atentos ao mundo.
A terra se auto prepara e ai do homem que se julgar seu dono...
Ao atravessarmos o rio da vida, os pés descalços sentem a temperatura do tempo criado...pisamos em um tempo inventado...O tempo que se dissolve no vazio das águas que, mais cedo ou mais tarde, aquecem de tal modo, que se elevam as nuvens pra que venham as chuvas e o mundo se renove, recomece e volte a girar.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Quase sempre pode ser.
Pode ser que um dia
o amor faça de uma outra maneira...
Construa um céu sem estrelas.
Desenhe um terreno árido e arenoso.
Pode ser até
que o amor se dissolva,
desmonte os seus próprios propósitos...
passe a não nos querer,
assim como se fosse
uma personificação qualquer.
Neste céu
costurado de incertezas
o homem insiste na mecanicidade dos seus gestos.
Teima em viver em repetições...
Luas e mais Luas se dispersam
na mente de um homem
depois de passagens espelhadas entre luzes e sombras........
Até que do corpo se descubram os portais...
Estes,
onde brotam as percepções mais tênues...
Estes,
onde nos surpreende a morada numinosa do amor...
que às vezes, sem nos darmos conta,
faz de uma outra maneira,
resvala por cantos diferentes, derrama
e se perde de nós.
o amor faça de uma outra maneira...
Construa um céu sem estrelas.
Desenhe um terreno árido e arenoso.
Pode ser até
que o amor se dissolva,
desmonte os seus próprios propósitos...
passe a não nos querer,
assim como se fosse
uma personificação qualquer.
Neste céu
costurado de incertezas
o homem insiste na mecanicidade dos seus gestos.
Teima em viver em repetições...
Luas e mais Luas se dispersam
na mente de um homem
depois de passagens espelhadas entre luzes e sombras........
Até que do corpo se descubram os portais...
Estes,
onde brotam as percepções mais tênues...
Estes,
onde nos surpreende a morada numinosa do amor...
que às vezes, sem nos darmos conta,
faz de uma outra maneira,
resvala por cantos diferentes, derrama
e se perde de nós.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Um olhar de frestas...
Com o rubor da inocência estamos a nos sustentar pelos fios tênues da existencia.
Sem saber do amanhã, vimos o sol ir e voltar tantas vezes e não nos damos conta de paralisar os pêndulos do relógio de nossa alma.
Vimos pelo caminho, abrindo fendas em florestas densas e inexploráveis.
Salta aos nossos olhos o medo e o medo vem vestido em roupas diferentes...o medo se veste de coragem quando estamos diante das florestas da vida.
A flor que nasce sozinha não tem parâmetros.
É preciso prestar atenção nos átimos do tempo.
A alma é um mural imenso e contempla os suspiros da vida...
Vem para os centros do mundo tudo aquilo que traduz a seiva, o sumo...
Atingir este lugar, são frestas que somente nós podemos criar.
Verdadeiramente isso.
Não abrimos frestas sem termos as portas ou qualquer objeto semelhante.
O sentido composto com a mais clara energia é quando criamos as frestas.
Seja isso a frequencia dos nossos segundos, sucessivos e contínuos.
Sem saber do amanhã, vimos o sol ir e voltar tantas vezes e não nos damos conta de paralisar os pêndulos do relógio de nossa alma.
Vimos pelo caminho, abrindo fendas em florestas densas e inexploráveis.
Salta aos nossos olhos o medo e o medo vem vestido em roupas diferentes...o medo se veste de coragem quando estamos diante das florestas da vida.
A flor que nasce sozinha não tem parâmetros.
É preciso prestar atenção nos átimos do tempo.
A alma é um mural imenso e contempla os suspiros da vida...
Vem para os centros do mundo tudo aquilo que traduz a seiva, o sumo...
Atingir este lugar, são frestas que somente nós podemos criar.
Verdadeiramente isso.
Não abrimos frestas sem termos as portas ou qualquer objeto semelhante.
O sentido composto com a mais clara energia é quando criamos as frestas.
Seja isso a frequencia dos nossos segundos, sucessivos e contínuos.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
...íam sobre nós.
Via pelos campos,
a relva verde clara que lá existia e que nunca ninguém percebia.
As correntes de ar dançavam criando desenhos nas nuvens...densas nuvens claras que íam sobre nós e que nós ou ninguém percebíamos.
Pastos, animais, recantos, jardins do nosso fiel exercício de ascensão.
Subimos no imaginário da dor e a concretizamos como a criar um sobrenome em nós.
Rastros da nossa incoerência a nos acompanhar, ciganos que somos, passageiros das tribos que inventamos.
A música dança nas relvas e se mistura às correntes de ascensões que não vemos e ainda não sentimos.
Frestas, nesgas, portas entreabertas, espalham-se pelos caminhos dourados da consciência que ainda não conhecemos.
Os braços abertos para chuva continuam a espera de que uma condescendência nos invada e nos vista com as roupas suaves da nossa impermanência.
Assim é por todos nós.
a relva verde clara que lá existia e que nunca ninguém percebia.
As correntes de ar dançavam criando desenhos nas nuvens...densas nuvens claras que íam sobre nós e que nós ou ninguém percebíamos.
Pastos, animais, recantos, jardins do nosso fiel exercício de ascensão.
Subimos no imaginário da dor e a concretizamos como a criar um sobrenome em nós.
Rastros da nossa incoerência a nos acompanhar, ciganos que somos, passageiros das tribos que inventamos.
A música dança nas relvas e se mistura às correntes de ascensões que não vemos e ainda não sentimos.
Frestas, nesgas, portas entreabertas, espalham-se pelos caminhos dourados da consciência que ainda não conhecemos.
Os braços abertos para chuva continuam a espera de que uma condescendência nos invada e nos vista com as roupas suaves da nossa impermanência.
Assim é por todos nós.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Seja sempre o que o coração descobre...
Vinha pelas mãos a candura dos meus erros...
Vinha pelas mãos as palavras que mentiam...
Vinha pelas mãos os erros mais tênues.
Pelas mãos, hoje, trago a multiplicidade de tons......
Pelas mãos, desenho no ar os gestos de amor.
Por elas, perco os fios e teço a malha da minha eternidade.
Das mãos, deixo escapar a areia fina do deserto do meu peito adolescente...
Saem das mãos as perspectivas que se desenham nos ventos...
Estas que cegam meus olhos e os fazem arder.
Saem das mãos a música que acalento.
Das mãos brotam sementes de coragem e ternura quando relaxo
e me rendo
e me sinto séria
na minha humanidade.
Vinha pelas mãos as palavras que mentiam...
Vinha pelas mãos os erros mais tênues.
Pelas mãos, hoje, trago a multiplicidade de tons......
Pelas mãos, desenho no ar os gestos de amor.
Por elas, perco os fios e teço a malha da minha eternidade.
Das mãos, deixo escapar a areia fina do deserto do meu peito adolescente...
Saem das mãos as perspectivas que se desenham nos ventos...
Estas que cegam meus olhos e os fazem arder.
Saem das mãos a música que acalento.
Das mãos brotam sementes de coragem e ternura quando relaxo
e me rendo
e me sinto séria
na minha humanidade.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Dançar
Vamos ao grande baile, dançar pelos salões do conhecimento!...
Vamos as janelas abertas dos salões, entender que, onde estamos é onde reside o universo,
justamente aquele que inventamos.
Ainda que tudo possa e a nossa emoção patine, por muitas vezes, no lodaçal da ignorância,
é esse, exatamente esse, o universo que criamos para nós.
Vamos ao baile da existência ouvir e sentir a orquestra do mundo das utopias.
Aquelas mesmas que demolimos sem sentir, com passos insanos da humanidade que tentamos digerir
em momentos de grandes dificuldades.
Hoje, estamos sob a luz da nossa consciência estendida tal qual uma linda colcha de retalhos...
Descobrimos ao longo dos dias, o quanto a luz nos favorece. Vemos espelhos e não nos assustamos mais.
Vamos aos rodopios desse grande baile que existe, porque é somente por esse viés, por essa vertente
da dança e da alegria que perpetuaremos.
Não esperemos o senso comum relacionado a todos estes argumentos.
Façamos da vida a consciência dos grandes salões com suas janelas abertas, onde a orquestra toca,
aquilo que te faz dançar no momento...
Aceita o convite. O único que você se faz em um momento que um dia chega.
Vamos ao grande baile das clarividências!...
Não para frequentar e nem para criar um hábito.
O grande baile da existência fica no centro de um mar sem fim.
Vamos as janelas abertas dos salões, entender que, onde estamos é onde reside o universo,
justamente aquele que inventamos.
Ainda que tudo possa e a nossa emoção patine, por muitas vezes, no lodaçal da ignorância,
é esse, exatamente esse, o universo que criamos para nós.
Vamos ao baile da existência ouvir e sentir a orquestra do mundo das utopias.
Aquelas mesmas que demolimos sem sentir, com passos insanos da humanidade que tentamos digerir
em momentos de grandes dificuldades.
Hoje, estamos sob a luz da nossa consciência estendida tal qual uma linda colcha de retalhos...
Descobrimos ao longo dos dias, o quanto a luz nos favorece. Vemos espelhos e não nos assustamos mais.
Vamos aos rodopios desse grande baile que existe, porque é somente por esse viés, por essa vertente
da dança e da alegria que perpetuaremos.
Não esperemos o senso comum relacionado a todos estes argumentos.
Façamos da vida a consciência dos grandes salões com suas janelas abertas, onde a orquestra toca,
aquilo que te faz dançar no momento...
Aceita o convite. O único que você se faz em um momento que um dia chega.
Vamos ao grande baile das clarividências!...
Não para frequentar e nem para criar um hábito.
O grande baile da existência fica no centro de um mar sem fim.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Sem título
A beleza não chega pronta.
Porque se for assim, não é beleza.
A beleza está nos cantos da boca ... do rosto e das palavras que dançam no ar.
Ela se forma no tempo e de mãos dadas com ele.
Ela se revela, como por encanto. Quem vê não enxerga. A beleza não desperta.
A beleza existe quando os ventos da espiritualidade a descortinam...a beleza é bailarina.
Ela salta aos olhos do amor quando se vive com a certeza de que o amor nunca está pronto.
O amor é a beleza que não se revela de primeira...
Ele está nos cantos dos dias e das horas...
o amor é a prima vera...
Ele se esconde nas sombras e nas roupas dos inimigos.
O amor é mendigo...
Ele corre na contra mão dos desejos. Ele é a beleza que não é. O lugar da impermanência.
O amor é destino.
Porque se for assim, não é beleza.
A beleza está nos cantos da boca ... do rosto e das palavras que dançam no ar.
Ela se forma no tempo e de mãos dadas com ele.
Ela se revela, como por encanto. Quem vê não enxerga. A beleza não desperta.
A beleza existe quando os ventos da espiritualidade a descortinam...a beleza é bailarina.
Ela salta aos olhos do amor quando se vive com a certeza de que o amor nunca está pronto.
O amor é a beleza que não se revela de primeira...
Ele está nos cantos dos dias e das horas...
o amor é a prima vera...
Ele se esconde nas sombras e nas roupas dos inimigos.
O amor é mendigo...
Ele corre na contra mão dos desejos. Ele é a beleza que não é. O lugar da impermanência.
O amor é destino.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
a alma muda de cor...
Se não for pedir demais...e se for por muitos caminhos....
Se eu precisar chorar. E se eu, mesmo assim, não entender,
cônscia de tantos processos...
Vinde a mim todo o amor e que seja derramado pelos cantos,
quinas e por todos os telhados de minha alma. Mas que não venha de uma vez. Que eu possa sentir com parcimônia e delicadeza.
Se eu não pedir a mais, eu me calo e te encontro no silencio das nossas humanidades.
Fixarei o meu olhar mais forte na estrela da manhã...e que dessa estrela surja a sua rendição e o seu desejo mais encantador de se perdoar...
Se não for por mais, dá-me a tua mão. Se tivermos confiança os caminhos se colorem de muitas tonalidades de verde. E nem é porque o verde denota esperança...
Sinta a sua respiração. Ela é a soma de todos os seus sentidos. Ela é a causa das chamas que brotam das palavras que dizem sim e não e que te levam no seu percurso infinito em direção ao Aberto...teu verdadeiro objetivo. Nosso.
Se eu precisar chorar. E se eu, mesmo assim, não entender,
cônscia de tantos processos...
Vinde a mim todo o amor e que seja derramado pelos cantos,
quinas e por todos os telhados de minha alma. Mas que não venha de uma vez. Que eu possa sentir com parcimônia e delicadeza.
Se eu não pedir a mais, eu me calo e te encontro no silencio das nossas humanidades.
Fixarei o meu olhar mais forte na estrela da manhã...e que dessa estrela surja a sua rendição e o seu desejo mais encantador de se perdoar...
Se não for por mais, dá-me a tua mão. Se tivermos confiança os caminhos se colorem de muitas tonalidades de verde. E nem é porque o verde denota esperança...
Sinta a sua respiração. Ela é a soma de todos os seus sentidos. Ela é a causa das chamas que brotam das palavras que dizem sim e não e que te levam no seu percurso infinito em direção ao Aberto...teu verdadeiro objetivo. Nosso.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Ainda não sabe...
Acho que você não sabe, minha querida. Tudo parece sombrio, agora.
Tudo parece sem a importancia real. Acho que você não sente, minha amiga.
O percurso para alcançarmos o amor só é penoso, pelos nossos olhos trêmulos de fragilidades.
Vai daí em diante...refaz, reencontra, renasce, reluz, abandona pela estrada as palavras desnecessárias.
Com uma das mãos, solta no caminho as tantas amarguras do teu coração. Segue. Não por ser uma nova página. Não propriamente por se ter que fechar um ciclo... Segue, porque esse é o nosso destino.
O que importa agora da onde viemos?
Fizemos uma história...Nós somos a história da humanidade.
Acho que você não sabe...e isso não tem a importancia dos grandes tratados. Tudo que te parece sombrio é o lugar onde, as vezes, a gente se encontra. Um dia virá...e será a sua descoberta...a revelação que moverá o seu destino. Sem pressa...tudo sem pressa..
os nossos céus abrigam sóis, luas, estrelas, miasmas, ...mas também abrigam chuvas e ventanias...as transformações que, no fundo, nascem de dentro de nós.
Minha doce amiga, muito antes das chuvas e dos ventos chegarem, nós já os estávamos produzindo.
Seja paz...por segundos que sejam...se permita a ser paz.
Tudo parece sem a importancia real. Acho que você não sente, minha amiga.
O percurso para alcançarmos o amor só é penoso, pelos nossos olhos trêmulos de fragilidades.
Vai daí em diante...refaz, reencontra, renasce, reluz, abandona pela estrada as palavras desnecessárias.
Com uma das mãos, solta no caminho as tantas amarguras do teu coração. Segue. Não por ser uma nova página. Não propriamente por se ter que fechar um ciclo... Segue, porque esse é o nosso destino.
O que importa agora da onde viemos?
Fizemos uma história...Nós somos a história da humanidade.
Acho que você não sabe...e isso não tem a importancia dos grandes tratados. Tudo que te parece sombrio é o lugar onde, as vezes, a gente se encontra. Um dia virá...e será a sua descoberta...a revelação que moverá o seu destino. Sem pressa...tudo sem pressa..
os nossos céus abrigam sóis, luas, estrelas, miasmas, ...mas também abrigam chuvas e ventanias...as transformações que, no fundo, nascem de dentro de nós.
Minha doce amiga, muito antes das chuvas e dos ventos chegarem, nós já os estávamos produzindo.
Seja paz...por segundos que sejam...se permita a ser paz.
Abismo.
Quem pode entender o limiar de um abismo?... Estender panos e cortinas por sobre os mundos... Colocar-se a luz da própria incoerência. Aceitar-se coberto de ausências...Quem pode entender os desígnios, se não existem olhos o coração?
Toma-me o amor. De súbito, arrebata-me as grades do peito. Envolve-me com as tuas luzes certeiras...medidas da humanidade.
Salta de mim o momento mais grave. Frente a frente com as transversais. Trilhos de trens que sempre passam em toda a eternidade. Deus!! De nada adianta a minha nudez se eu não souber o que fazer com essa liberdade...
Trabalhar a terra. Ventilar os dias com palavras simples. Escrever outra vez as linhas em branco dos sentimentos pulados. Aqueles que ficaram por dizer e por estender no chão do mundo a verdadeira linguagem da alma.
O limiar de um abismo pode ser uma mera questão de consciência.
Toma-me o amor. De súbito, arrebata-me as grades do peito. Envolve-me com as tuas luzes certeiras...medidas da humanidade.
Salta de mim o momento mais grave. Frente a frente com as transversais. Trilhos de trens que sempre passam em toda a eternidade. Deus!! De nada adianta a minha nudez se eu não souber o que fazer com essa liberdade...
Trabalhar a terra. Ventilar os dias com palavras simples. Escrever outra vez as linhas em branco dos sentimentos pulados. Aqueles que ficaram por dizer e por estender no chão do mundo a verdadeira linguagem da alma.
O limiar de um abismo pode ser uma mera questão de consciência.
Buscar um eixo central
É bom que haja, continuamente, a busca de um eixo central dentro de um núcleo que chamamos família.
Demora-se muito para descobrir a grandeza dessa necessidade. Mas seja lá como for, tua formação já está suficientemente preparada para assumir o seu posto. Traga para próximo do coração o que um dia você decidiu que faria. Quando se trabalha nessa energia, geramos no corpo físico fagulhas constantes de harmonizações...
Momento vai existir junto ao cansaço e a vontade absurdamente humana de retroceder...de parar no meio... Mas temos em nosso registro espiritual todas as determinações e nossas atitudes direcionadas aos inúmeros alvos.
Acredite, minha querida, o teu destino é continuar.
Crie afinizações com teus sentimentos de coragem e amor. Deixa que seja apenas isso.
Toda engrenagem para ser mantida, é preciso o exercício diário da manutenção.
A tua decisão é magnânima, porque foi escolhida por você. Embora em alguns momentos você possa se esquecer. Estou aqui para te dizer que teus amparadores estão e sempre estarão ao teu lado.
Assim como os sinais que você recebe todos os dias na terra, te surpreendem, os sinais da tua evolução estão nos sentimentos mais brancos da alma. Só bastam os exercícios. Nós estamos próximos e cada vez mais convictos das tuas conquistas e realizações...
Demora-se muito para descobrir a grandeza dessa necessidade. Mas seja lá como for, tua formação já está suficientemente preparada para assumir o seu posto. Traga para próximo do coração o que um dia você decidiu que faria. Quando se trabalha nessa energia, geramos no corpo físico fagulhas constantes de harmonizações...
Momento vai existir junto ao cansaço e a vontade absurdamente humana de retroceder...de parar no meio... Mas temos em nosso registro espiritual todas as determinações e nossas atitudes direcionadas aos inúmeros alvos.
Acredite, minha querida, o teu destino é continuar.
Crie afinizações com teus sentimentos de coragem e amor. Deixa que seja apenas isso.
Toda engrenagem para ser mantida, é preciso o exercício diário da manutenção.
A tua decisão é magnânima, porque foi escolhida por você. Embora em alguns momentos você possa se esquecer. Estou aqui para te dizer que teus amparadores estão e sempre estarão ao teu lado.
Assim como os sinais que você recebe todos os dias na terra, te surpreendem, os sinais da tua evolução estão nos sentimentos mais brancos da alma. Só bastam os exercícios. Nós estamos próximos e cada vez mais convictos das tuas conquistas e realizações...
Assinar:
Postagens (Atom)