Com o rubor da inocência estamos a nos sustentar pelos fios tênues da existencia.
Sem saber do amanhã, vimos o sol ir e voltar tantas vezes e não nos damos conta de paralisar os pêndulos do relógio de nossa alma.
Vimos pelo caminho, abrindo fendas em florestas densas e inexploráveis.
Salta aos nossos olhos o medo e o medo vem vestido em roupas diferentes...o medo se veste de coragem quando estamos diante das florestas da vida.
A flor que nasce sozinha não tem parâmetros.
É preciso prestar atenção nos átimos do tempo.
A alma é um mural imenso e contempla os suspiros da vida...
Vem para os centros do mundo tudo aquilo que traduz a seiva, o sumo...
Atingir este lugar, são frestas que somente nós podemos criar.
Verdadeiramente isso.
Não abrimos frestas sem termos as portas ou qualquer objeto semelhante.
O sentido composto com a mais clara energia é quando criamos as frestas.
Seja isso a frequencia dos nossos segundos, sucessivos e contínuos.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
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