quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Amparo Vermelho

...eu posso trazer do mar, as porções dos sais que ungem caminhos...

Temos em nós os orixás e, ao longo da nossa integridade espiritual, aprendemos que cada um deles é um sentimento.

Oxalá jogue suas ervas sobre nossas cabeças e que todos estejamos conscientes de que elas caem sobre nós no seu devido tempo.
Que a falange dos indios esteja sempre a espera de nos acolher. 

Já é chegada a hora de sairmos do ensino primário da natureza. Tudo é em nós...salvo os nossos resgates pessoais.
Não é preciso mais apresentar armas e escudos pra nos dizermos guerreiros.
Eu recolho da terra molhada o unguento da salvação.
Salve todos os meus irmãos vermelhos que me acalentam e conservam suas mãos em meus ombros.

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