Os papéis mais finos das mais variadas cores são os que tem a capacidade de tingir as águas claras do mundo.
Esses papéis se desfazem, misteriosamente, quando imersos nas águas.
Que conteúdos nos formam e o que verdadeiramente envolvemos em papéis tão finos?
Efêmeros sentidos que mal se formaram pela pura falta de foco...concentração.
Há tantos mais sob o sol do universo!
Vide, garimpeiros dos amores corriqueiros!
Vide, adoradores de regras e de vidas normativas...
Existe o confronto entre as águas internas e as águas do mundo.
Volto a refletir sobre a importancia da consciência de uma trilha eterna...
Somos cada um, uma trilha da qual só conhecemos a parte que ficou para trás.
Os sentidos são inauditos e o tempo não os corrobora.
Hoje, os sentidos do amor, que ao longo de milhões de anos vem recebendo ramificações de interpretações das mais diversas, nos emudece.
Nos deixa recolhidos em um canto....sozinhos no tempo.
É dessa forma que me vejo...em preces trêmulas.
Não em preces pedintes dessas que clamam a insensatez e a incoerência...
Hoje, sem mais as folhas finas que envolviam a minha essência, restam-me as palavras trêmulas...essas que dizem e pregam a comunhão e a solidariedade entre os povos e com toda a gente.
Que uma imensa cúpula geodésica de vibrações e raios luminosos de proteção e harmonia, nos surpreenda caindo sobre toda a humanidade...
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